R$ 69,7 bilhões em precatórios federais: o que 2026 reserva para quem precisa antecipar
Orçamento recorde, acordos do TJ-SP com deságio de 40% e a nova portaria da AGU sobre cessões: o mercado secundário de créditos públicos amadureceu de vez.
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Foram 977 pedidos e 2.466 empresas envolvidas em 2025 — e a diferença entre essas duas curvas é a informação mais importante do ciclo.
Orçamento recorde, acordos do TJ-SP com deságio de 40% e a nova portaria da AGU sobre cessões: o mercado secundário de créditos públicos amadureceu de vez.
Estudo da Deloitte projeta o maior ano da história do mercado brasileiro de NPLs, com 15 novos cedentes e diversificação além dos grandes bancos.
Capital caro e economia de lado empurraram a empresa média para fora do funil bancário — e abasteceram o ciclo de ativos de situação especial.
Juros altos multiplicaram as retomadas bancárias e a digitalização ampliou o balcão. Retrofit comercial e terrenos para incorporação lideram a demanda em 2026.
IPCA + 2% no lugar da Selic, União fora do teto e régua de pagamento pela RCL dos entes: o que muda no valor — e no prazo — do seu precatório.
Com 75 milhões de processos pendentes no país e um mercado global a caminho de US$ 41 bilhões, o financiamento de disputas entra no radar das gestoras brasileiras.
Pedidos de RJ no campo quase quadruplicaram em dois anos e R$ 256 bilhões do crédito rural já são considerados problemáticos. O Provimento 216/2026 do CNJ chega para organizar a fila.
51% das cessões não saem do papel por desalinhamento entre oferta e expectativa. O problema não é má vontade: são duas contas diferentes olhando o mesmo ativo.
Ocupação, dívidas propter rem, vícios do processo e estado real do ativo: a conta que separa o arremate excelente do litígio de cinco anos.
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